Não é prontuário. Não é dashboard. É a camada que vigia o que falha em silêncio.
01
Desconexão clínica
Enfermagem, medicina e nutrição registram em ilhas. O risco existe no papel, não no fluxo de quem cuida.
02
Retrabalho de dados
Planilhas paralelas, transcrição manual, indicadores refeitos toda competência. Hora clínica gasta com digitação.
03
Eventos evitáveis
A falha aparece só na auditoria — depois do dano. Sem rastro, sem evidência, sem como prevenir a próxima.
Como a Avivus opera
Sinal, não sentença.
“A inteligência acusa hipóteses rastreáveis; o humano valida os achados. Nada silencioso, nada apagado, nada sem evidência.”
PRINCÍPIO OPERACIONAL · AVIVUS GOVERNANCE CORE
01
Motores determinísticos
Regras clínicas versionadas e explicáveis. Sem caixa-preta e sem IA que adivinha — cada achado aponta a regra e a evidência que o gerou.
02
Revisão humana obrigatória
Nenhum dado clínico é persistido sem confirmação. A inteligência acusa a hipótese; o profissional valida o achado.
03
Trilha append-only
Auditoria encadeada por hash. Nada é apagado, nada acontece em silêncio — a trilha resiste a uma auditoria ético-disciplinar.
Quatro módulos, uma plataforma
Módulos que conversam por eventos.
Wound Intelligence
Prevenção de lesão por pressão
Da avaliação de risco à cicatrização: registra, mede e acompanha lesões tegumentares à beira do leito, com prevenção ativa e visão de gestão em tempo real.
Escala de BradenMapa anatômico 3DOffline à beira do leitoFHIR R4
PARA QUEM · Enfermagem · GELP · Nutrição · Coordenação · Diretoria
Tudo que o módulo inclui
Avaliação & mensuração
Escala de risco de Braden
Estadiamento e medidas da lesão
Mapeamento anatômico 3D com múltiplas detecções
Triagem nutricional (BRASPEN)
Cuidado & gestão
Prevenção e protocolo de reposicionamento
Curativos, medicamentos e prescrições
Dashboards por papel (coordenação · diretoria)
Exportação FHIR R4 · PWA offline à beira do leito
Revisão de Óbito
Auditoria de óbitos hospitalares
Cada etapa da comissão de óbito sem planilha paralela: do indicador ao parecer, com gravidade calculada e investigação de incidentes rastreável.
SAPS 3ANVISA RDC 7Protocolo de LondresCamada de BI
PARA QUEM · Comissão de óbito · Auditoria · Gestão da qualidade
Tudo que o módulo inclui
Ingestão & análise
10 indicadores ANVISA RDC 7 (com OCR de fallback)
SAPS 3 — RCCC e mortalidade prevista por região
Motor forense por regras (linha do tempo, copy-forward)
Revisão humana obrigatória antes de persistir
Investigação & parecer
Protocolo de Londres (modelo SUBPAV/CRM)
Falhas operacionais, causa mortis e óbito a esclarecer
ATA da comissão com fichas anonimizadas
Camada de BI para Power BI
Comissão de Prontuário
Governança preventiva do prontuário
A camada Governance Core que vigia o prontuário antes do dano: detecta falhas de registro, amostra por risco e fecha o ciclo com plano de ação e reauditoria.
CRP EngineAmostragem por riscoKappa entre revisoresCiclo PDCA
PARA QUEM · Comissão de revisão de prontuário (CFM 1638/2002)
Tudo que o módulo inclui
Detecção & amostragem
CRP Engine — 16+ detectores versionados
Identidade intercalada, sinais vitais sem unidade
Bundles de sepse · CVC · queda · pele
Amostragem dinâmica que escala por risco
Consenso & ciclo
Concordância entre revisores (Cohen · Fleiss kappa)
Atas educativas anonimizadas
Plano de ação e reauditoria (ciclo PDCA)
Trilha append-only encadeada por hash
Oral Intelligence
Vigilância de saúde bucal na UTI
A boca é o exame que a UTI não revela. Avaliação OHAT à beira do leito, risco ORIS por paciente e higiene registrada turno a turno — do leito ao boletim da CCIH, sem papel.
OHATORIS por pacienteOdontograma FDIBoletim CCIH
PARA QUEM · Cirurgião-dentista · Bucomaxilofacial · Enfermagem · CCIH · Coordenação
Tudo que o módulo inclui
Avaliação & risco
OHAT (0–16) com modificadores clínicos
ORIS — Oral Risk & Integrity Score com faixa e protocolo
Arcada 3D interativa e odontograma FDI
Triagem BMF/trauma: via aérea, sangramento, encaminhamento
Cuidado & gestão
Higiene por turno com motivo de falha e adesão
Do achado ao plano por regras — tarefas com prazo e responsável
Boletim CCIH com drill-down · FHIR no prontuário
Offline-first · assistente governado opt-in, com revisão humana
Interoperabilidade
Como a Comissão de Prontuário e a Revisão de Óbito se conectam
São dois módulos com bancos de dados separados. Eles não compartilham tabela — trocam eventos.
Comissão de Prontuário
GOVERNANÇA DO REGISTRO
⇅⇄
Revisão de Óbito
AUDITORIA DO DESFECHO
→
PatientDeceased
Um óbito registrado na Comissão de Prontuário abre automaticamente a ficha de revisão na Revisão de Óbito. A comissão de óbito já encontra o caso na fila — ninguém redigita.
←
DeathReviewCompleted
Terminada a revisão, as falhas apuradas voltam como achados rastreáveis no prontuário — e viram devolutiva, plano de ação e reauditoria.
Bancos separados · eventos autenticados por segredo · idempotentes (reenvio não duplica) · cada troca registrada na trilha append-only encadeada por hash.
O ciclo fecha: o que a revisão do óbito descobre sobre a morte de um paciente vira prevenção no prontuário do próximo.
Wound Intelligence em uso
Do leito à tela, sem sair do fluxo de quem cuida.
Imagens reais do piloto em hospital público: a enfermagem registra a lesão no celular, o modelo anatômico 3D localiza a região e a evolução aparece no notebook da coordenação — tudo no mesmo prontuário.
Registro fotográfico à beira do leito
Foto, medida e classificação da lesão em segundos, direto do celular.
Modelo anatômico 3D
Clique na região do corpo; o sistema marca o local e acompanha cada lesão ao longo do tempo.
Evolução visível para toda a equipe
Enfermagem, GELP e coordenação veem a mesma cicatrização, com trilha auditável.
Conectamos a assistência à gestão — sem redigitar nada.
O mesmo registro que protege o paciente sobe, rastreável, como indicador executivo. Uma fonte única de verdade — da enfermagem à diretoria, sem planilha paralela e sem retrabalho.
RBAC por papel e setor — 7 perfis, da enfermagem à diretoria
Indicadores em Power BI, sem dado pessoal
Cada número rastreável até a evidência que o gerou
O DADO SOBE ↑
DIRETORIA
Dashboards executivos e ROI em tempo real — a operação inteira em uma tela.
COORDENAÇÃO
Indicadores por setor, auditoria e amostragem dinâmica por risco.
ASSISTÊNCIA
Registro à beira do leito — enfermagem, medicina e nutrição, no fluxo de quem cuida.
Três métricas que importam
O que muda à beira do leito.
↓ LPP
Incidência de lesão por pressão
Redução observada em quatro semanas de operação contínua.
↓ Doc.
Tempo de documentação
Hora de enfermagem devolvida ao paciente, à beira do leito.
300–500%
ROI no primeiro ano
Retorno modelado para o primeiro ano de operação.
Resultados de piloto e modelagem; variam conforme unidade, casuística e maturidade de implantação. Todo parecer automático passa por revisão humana.
Segurança por design
Feito para o dado mais sensível que existe.
Segurança não é um módulo à parte — está no banco, na aplicação e no pipeline. Dado clínico protegido em cada camada.
Isolamento por instituição
Row Level Security no banco: cada hospital acessa apenas os próprios dados — comprovado por teste que simula a invasão entre instituições.
Defesa em profundidade
Além do RLS, cada rota revalida o acesso na aplicação e verifica toda entrada por schema. Uma falha não derruba a barreira seguinte.
Trilha append-only
A auditoria recusa alteração e exclusão por gatilho no próprio banco — inclusive para chaves de serviço. Eventos encadeados por hash SHA-256.
Revisão humana obrigatória
Nada clínico é gravado sem confirmação. Todo achado é hipótese rastreável — evidência, regra e confiança — nunca conclusão automática.
Segredos isolados
O navegador recebe só a chave anônima; as chaves de serviço vivem apenas no servidor; chaves de integração são guardadas como hash.
Acesso fail-closed
Na dúvida, o sistema nega. Senha forte e troca obrigatória no primeiro acesso; ninguém eleva o próprio papel ou instituição.
+ barreiras adicionais: rate limiting anti-brute-force, headers CSP e HSTS, e um pipeline de CI que testa isolamento e RLS a cada mudança.
Conformidade & governança
Feito para sobreviver a uma auditoria.
Privacidade por design
Consentimento registrado, PII/PHI mascarados em logs e atas, retenção com base legal (CFM · LGPD).
Fundação regulatória
CFM 1638/2002, ANVISA RDC 7 e certificação SBIS-CFM em curso.
Interoperabilidade
Exportação FHIR R4 (em validação) e integração por eventos, autenticada e idempotente.
Camada de BI
Indicadores em views analíticas para Power BI, sem dado pessoal.
Infraestrutura gerenciada
TLS em trânsito e criptografia em repouso pela nuvem Supabase · Vercel.
Quem constrói
Credencial clínica real.
A Avivus foi fundada por profissionais que vivem o problema antes de resolvê-lo. Não é uma startup de tecnologia que entrou na saúde — é uma operação de saúde que reescreveu a tecnologia.
CEO
Carlos Alberto Marenga Junior
Chief Executive Officer
Médico intensivista e advogado
Diagnóstico por imagem · responsabilidade civil médico-hospitalar · mestrado em medicina pela Universidade do Porto.
CMO
Vitor Montez Viana
Chief Medical Officer
Médico — UTI e anestesiologia
Cuidados intensivos · inovação em tecnologia médica · integração digital · gestão hospitalar de alta complexidade.
CBO
Berguer Elias Guimarães de Souza
Chief Business Officer
Médico — diretor hospitalar
Diretor médico de centro de emergência regional · promotor de projetos de inovação pela Secretaria Municipal de Saúde · Comissão de Inovação em Saúde.
CTO · CIO
Priscila Souza de Almeida
Chief Technology & Information Officer
Engenheira de produto
Full-stack · gestão de projetos de tecnologia em saúde · arquiteta da plataforma e responsável pela infraestrutura clínica.
CIDO
Daniele Lopes Rosa
Chief Interdisciplinary Officer
Enfermeira — coordenadora da equipe multidisciplinar
Protocolos · fluxos · escalas multiprofissionais · jornada do paciente em ambiente hospitalar complexo.
Sem risco. Com método.
Comece pela dor que já custa caro ao hospital.
Demonstração reservada, sob NDA. Conte o cenário da sua unidade — mapeamos onde a Avivus entra e o que ela devolve.